22 de abril de 2010

Orgulho e Preconceito - 3 de X

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Referência:

AUSTEN, Jane. Orgulho e Preconceito. Tradução: Lúcio Cardoso. Coleção Grandes Sucessos. São Paulo: Abril Cultural, 1982.

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Comentário:

Novos projetos pessoais e profissionais em anadmento. As leituras estão meio paradas... mas nada como relembrar meu livro preferido de Jane Austen!

Comecei a reorganizar os trechos que gosto por tema... este seria o da Altivez.

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Trechos selecionados:

[O que está entre colchetes são explicações minhas!]


[No primeiro baile, Mr. Bingley insiste que Mr. darcy dance e sugere Lizzy Bennet como par. Sobre ela e em resposta:]
[MR. Darcy] - É tolerável, mas não tem beleza suficiente para tentar-me. Não estou disposto agora a dar atenção a moças que são desprezadas pelos outros homens. É melhor você voltar ao seu par e se deliciar com os sorrisos dela, pois está perdendo seu tempo comigo.
(pg. 15)

[a autora descrevendo as irmãs de Mr. Bingley]
"...tinham portanto as aptidões necessárias para pensar bem de si mesmas e mediocremente dos outros. Provinham de uma família respeitável do norte da Inglaterra, coisa que guardavam mais profundamente impressa em sua memória do que o fato de sua fortuna, bem como a do irmão, ter sido adquirida no comércio."
(pg. 19)
Obs: Não acrescentei vírgulas, deixei como está no livro.

[a autora descreve o que Mr. Darcy achava da irmã de Lizzy, Jane Bennet, pretendente do amigo, Mr. Bingley]
"Reconhecia que Miss Bennet era bonita, embora sorrisse demais."
(pg. 20)

[Ainda sobre o 1º baile... sobre as críticas de Mr. Darcy que Lizzy ouviu sem querer. Falam Mrs. Bennet, Lizzy e Miss. Charlotte Lucas]
- Se eu fosse você, Lizzy - disse a mãe -, na próxima vez me recusaria a dançar com ele.
- Creio que posso lhe prometer com segurança que nunca dançarei com ele.
- O orgulho dele não me ofende tanto - disse Miss Lucas - como o orgulho em geral, porque existe um motivo. Não é de admirar que um rapaz tão distinto, com familia, fortuna, tudo a seu favor, tenha de si mesmo uma alta opinião. Se posso exprimir-me assim, ele tem o direito de ser orgulhoso.
- Isto é bem verdade - replicou Elizabeth -, e eu perdoaria facilmente o seu orgulho se ele não tivesse mortificado o meu.
(pgs. 22 e 23)

[a autora, sobre o momento que se seguiu à recusa de Lizzy à proposta de casamento de Mr. Collins]
"Enquanto isto, Mr. Collins meditava, na solidão, sobre o que tinha acontecido. Ele possuía uma opinião desmasiado alta de si mesmo para compreender o motivo por que a prima o recusava."
(pg. 107)

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